Há tempos, a esta parte tomei a opção de dar férias de verão, ao RECANTO DA MÁ LÍNGUA não por falta de assunto, nem tão pouco por eventuais represálias, mas sim por motivos patológicos (sofro de preguicite aguda).
No entanto desta vez não resisti, "picado" por fãs do recanto e porque o "assunto" se justificava, interrompi bruscamente as merecidas férias do nosso recanto da má língua.
BANDAS E AFINS
Apesar da existência de excelentes bandas de música, os empresários, têm por hábito, o bom senso de convidar para abrilhantar as corridas, a banda local, atitude que se aplaude e recomenda. Não compete às empresas saber se as bandas de música reúnem condições para executar capazmente a sua função.
Esse é um dever (devia ser) dos responsáveis pela filarmónica, neste caso a que "esteve" presente na praça de toiros de Salvaterra.
Aos responsáveis pela referida filarmónica, que certamente sabiam não reunir condições para cumprir a missão, restava duas opções, reforçavam-na pontualmente com músicos qualificados, algo frequente nas filarmónicas ou declinavam o convite. Nada disso foi feito e o que aconteceu foi uma enorme falta de
respeito pela empresa, pelos toureiros, forcados e demais intervenientes, pelo publico e sobretudo por eles próprios.
"Aquilo?" que se ouviu em Salvaterra foi mau demais para ser verdade, foi um atentado musical.
Em Salvaterra numa corrida triunfal a musica em vez de prémio e incentivo aos toureiros foi um penoso castigo.
Por mim ao ouvir aqueles pretensos sons musicais fiquei seriamente preocupado pois pensei ter graves problemas auditivos, duvida essa desfeita quando alguém a meu lado ao ver o lenço que serve de sinalética no diálogo entre o director de corrida e o maestro disse com ar aflitivo e bem audível :
- MÚSICA NÃO POR FAVOR
Até breve
José Luís Figueiredo
No entanto desta vez não resisti, "picado" por fãs do recanto e porque o "assunto" se justificava, interrompi bruscamente as merecidas férias do nosso recanto da má língua.
BANDAS E AFINS
Apesar da existência de excelentes bandas de música, os empresários, têm por hábito, o bom senso de convidar para abrilhantar as corridas, a banda local, atitude que se aplaude e recomenda. Não compete às empresas saber se as bandas de música reúnem condições para executar capazmente a sua função.
Esse é um dever (devia ser) dos responsáveis pela filarmónica, neste caso a que "esteve" presente na praça de toiros de Salvaterra.
Aos responsáveis pela referida filarmónica, que certamente sabiam não reunir condições para cumprir a missão, restava duas opções, reforçavam-na pontualmente com músicos qualificados, algo frequente nas filarmónicas ou declinavam o convite. Nada disso foi feito e o que aconteceu foi uma enorme falta de
respeito pela empresa, pelos toureiros, forcados e demais intervenientes, pelo publico e sobretudo por eles próprios.
"Aquilo?" que se ouviu em Salvaterra foi mau demais para ser verdade, foi um atentado musical.
Em Salvaterra numa corrida triunfal a musica em vez de prémio e incentivo aos toureiros foi um penoso castigo.
Por mim ao ouvir aqueles pretensos sons musicais fiquei seriamente preocupado pois pensei ter graves problemas auditivos, duvida essa desfeita quando alguém a meu lado ao ver o lenço que serve de sinalética no diálogo entre o director de corrida e o maestro disse com ar aflitivo e bem audível :
- MÚSICA NÃO POR FAVOR
Até breve
José Luís Figueiredo


