TERTÚLIAS E AFINS
Na sequência dos últimos artigos no Porta dos Sustos, onde têm sido revelados os triunfadores da temporada, no tocante a forcados, o normal seria que hoje o tema abordado fosse o Forcado do Ano, no entanto, a normalidade não é seguramente um dos meus atributos e vai daí telefonei à minha "chéfinha" (Maria João) e confessei-lhe que estava com saudades do Recanto da Má Língua, ela que é uma acérrima defensora da tese "não se deve contrariar os malucos", concordou de imediato.
Peguei na caneta, (ainda não aderi ás modernices) e ao contrário de anteriores ocasiões (estou a perder qualidades) demorei algum tempo a decidir o tema a abordar.
Ocorreu-me então o teor de uma mensagem no meu telemóvel onde um aficionado amigo, me alertava
para o facto de uma Tertúlia (quase centenária) estar em risco de encerrar portas, devido a "falhas" financeiras (são valores irrisórios), dos corpos directivos, para os quais, o teor da mensagem era arrasador.
Sem pretender contrariar o meu amigo pois reconheço-lhe alguma (muita) razão, não quero deixar de formular umas questões. E nós os sócios, não temos responsabilidades? Não sabemos todos nós que muitos
Clubes, Tertúlias de cariz tauromáquico são dirigidos por aficionados cheios de boas intenções, mas de escassa preparação para as exigências do cargo mas quando há eleições são "obrigados" a continuar pois os demais associados não dão "o passo em frente"?
Sem pretender negar, a existência de alguns casos onde a prepotência e a desonestidade intelectual, tenta camuflar a reconhecida incompetência, não seria mais civilizado "convencê-los" a prestar contas, e a esclarecer actividades, regras obrigatórias no associativismo?
Ou será que é aceitável "assobiarmos para o lado" e depois quando a oportunidade surge, não nos coibirmos de em forma sarcástica, por em causa a honestidade, e o bom nome de pessoas
"esquecendo-nos" que os mesmos têm vida profissional e familiar?
Pensem nisso.....
Um abraço
José Luís Figueiredo
Na sequência dos últimos artigos no Porta dos Sustos, onde têm sido revelados os triunfadores da temporada, no tocante a forcados, o normal seria que hoje o tema abordado fosse o Forcado do Ano, no entanto, a normalidade não é seguramente um dos meus atributos e vai daí telefonei à minha "chéfinha" (Maria João) e confessei-lhe que estava com saudades do Recanto da Má Língua, ela que é uma acérrima defensora da tese "não se deve contrariar os malucos", concordou de imediato.
Peguei na caneta, (ainda não aderi ás modernices) e ao contrário de anteriores ocasiões (estou a perder qualidades) demorei algum tempo a decidir o tema a abordar.
Ocorreu-me então o teor de uma mensagem no meu telemóvel onde um aficionado amigo, me alertava
para o facto de uma Tertúlia (quase centenária) estar em risco de encerrar portas, devido a "falhas" financeiras (são valores irrisórios), dos corpos directivos, para os quais, o teor da mensagem era arrasador.
Sem pretender contrariar o meu amigo pois reconheço-lhe alguma (muita) razão, não quero deixar de formular umas questões. E nós os sócios, não temos responsabilidades? Não sabemos todos nós que muitos
Clubes, Tertúlias de cariz tauromáquico são dirigidos por aficionados cheios de boas intenções, mas de escassa preparação para as exigências do cargo mas quando há eleições são "obrigados" a continuar pois os demais associados não dão "o passo em frente"?
Sem pretender negar, a existência de alguns casos onde a prepotência e a desonestidade intelectual, tenta camuflar a reconhecida incompetência, não seria mais civilizado "convencê-los" a prestar contas, e a esclarecer actividades, regras obrigatórias no associativismo?
Ou será que é aceitável "assobiarmos para o lado" e depois quando a oportunidade surge, não nos coibirmos de em forma sarcástica, por em causa a honestidade, e o bom nome de pessoas
"esquecendo-nos" que os mesmos têm vida profissional e familiar?
Pensem nisso.....
Um abraço
José Luís Figueiredo
